A COBERTURA VACINAL DE CRIANÇAS DE ZERO A CINCO ANOS ATENDIDAS EM UM AMBULATÓRIO UNIVERSITÁRIO NO CONTEXTO DA PANDEMIA

Autores

  • Sarah Furtado Defeo
  • Alice França Clemente
  • Alícia Zeferino Rodrigues
  • Ana Clara Dias Resende Chaves
  • Cleuza Guimarães Teixeira
  • Paula Lustosa Martins

Palavras-chave:

Cobertura vacinal, Criança, Covid-19, Pandemia

Resumo

Introdução: A prevenção de doenças transmissíveis é uma prática fundamental para a proteção da saúde pública. A vacinação é uma estratégia eficaz para estimular o sistema imunológico, reduzindo a morbimortalidade. No Brasil, o Programa Nacional de Imunização (PNI) foi criado para garantir a imunidade à população e a implementação de um calendário vacinal que contribuiu para a prevenção de dois a três milhões de mortes infantis. Entretanto, com o advento da pandemia da COVID-19, observou-se um aumento na hesitação em relação à vacinação em todo o mundo. Objetivo: Avaliar o comprometimento da cobertura vacinal em pacientes de 0 a 5 anos em um ambulatório universitário durante a pandemia da COVID-19. Método: Trata-se de um estudo transversal, com a participaç.o de 266 pacientes de 0 a 5 anos de um ambulatório universitário. Os responsáveis responderam um questionário sobre a vacinaç.o do participante e a caderneta vacinal da criança foi avaliada Resultados: A maioria das crianças foram declaradas pardas (43,2%), sexo masculino (52,3%) e estavam acompanhadas pelas mães (89,8%). Um total de 96 (36,1%) apresentaram atraso vacinal e 27 (10,2%) n.o portavam a caderneta de vacinaç.o. Ainda, o atraso para as vacinas contra Influenza e poliomielite foram as que se destacaram. Conclusão: O presente estudo constatou um atraso vacinal das crianças atendidas no ambulatório, sendo que o fator relacionado significativamente (p<0,05) para atraso vacinal foi a faixa etária das crianças nascidas entre 2018 e 2020.

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Publicado

06-09-2023