A DISPARIDADE NA QUALIDADE DE VIDA ENTRE OS ACADÊMICOS DE DIFERENTES CURSOS DA SAÚDE DE UMA INSTITUIÇÃO PRIVADA

Autores

DOI:

https://doi.org/10.61910/ricm.v8i1.254

Palavras-chave:

Indicadores de qualidade de vida, Estudantes de Ciências da Saúde, Saúde Mental

Resumo

Introdução: A cultura na qual o indivíduo está inserido relaciona-se com seus objetivos e preocupações. Uma das formas de mensurar a qualidade de vida é através do Manual WHOQOL, que analisa capacidade funcional, estado geral de saúde, vitalidade, aspectos sociais, emocionais e saúde mental. Abordar a qualidade de vida entre acadêmicos da saúde permite reflexões que somam para uma melhora das ações estratégicas de promoção de saúde nesse público. Objetivo: Analisar a qualidade de vida entre os acadêmicos dos cursos da saúde através de uma pesquisa de campo quantitativa, não experimental e descritiva realizada em uma faculdade privada. Método: Para avaliar a satisfação dos estudantes foi utilizado um questionário Fsociodemográfico associado ao WHOQOL-BREF, manual desenvolvido para avaliar a relação entre espiritualidade, religião e crenças pessoais à qualidade de vida. As variáveis numéricas foram apresentadas como média ± desvio-padrão e as categóricas, como frequências absolutas e relativas. Resultados: Participaram do questionário 355 alunos de graduação–sendo 84 da Enfermagem, 37 da Fisioterapia, 177 da Medicina e 57 da Psicologia–com idade média de 22,4 ± 5,4 anos e em sua grande maioria do sexo feminino; da cor branca; solteiros; residindo com pais em imóvel próprio; com religião; sem trabalhar simultaneamente a graduação; em período integral de estudo. Analisando os dados, a maioria dos acadêmicos avalia sua qualidade de vida como boa. Conclusão: As diferenças nas condições socioeconômicas entre os cursos de Fisioterapia, Enfermagem, Medicina e Psicologia, demonstraram-se determinantes para a disparidade na percepção da qualidade de vida.

Publicado

16-04-2024 — Atualizado em 25-11-2025

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